Uma análise interdisciplinar histórico-dialética dos “crimes” numa sociedade burguesa

Artigo Revolucionário originalmente publicado no Jornal Opinião Popular, o jornal do POVO.

opiniaopopularÉ incontestável, e quem contestar será julgado e condenado à morte democraticamente pelo povo, que são as forças produtivas materiais que determinam a superestrutura ideológica das sociedades. É assim que o capitalismo continua a oprimir o Povo, porque este é manipulado pelos ardis das forças materiais produtivas. É somente quando as forças produtivas evoluem que a superestrutura cultural, política e jurídica se modifica.

Logo, podemos concluir, logicamente, que são as forças produtivas (as máquinas, as ferramentas) as responsáveis por quaisquer ações que o Povo venha a tomar, porque elas manipulam a mente humana. É como a Indústria Cultural, que, como Adorno e Horkheimer demonstraram, só nos dá a liberdade de escolher entre os mesmos caminhos de ação. A “liberdade” não existe.

Como são as forças produtivas que determinam o pensamento de qualquer pessoa, evidentemente as pessoas não são responsáveis pelas próprias ações. Naturalmente os visitantes deste sítio já sabiam disso. Mas alguns Revolucionários Populares ainda se iludem pela noção de que é a sociedade como um todo a responsável por atos anti-sociais como crimes.

Nada poderia estar mais longe da verdade popular revolucionária.

A sociedade não é responsável pelos crimes. Como são as forças produtivas materiais que determinam a superestrutura ideológica de uma sociedade, são também elas as culpadas por todos os crimes.

A conclusão a que chegarei já deverá estar óbvia para todos os camaradas pró-Revolução. Para sermos capazes de punir os verdadeiros culpados pelos comportamentos anti-sociais da sociedade, temos que prender e/ou condenar à morte todas as forças produtivas deste sistema podre.

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