Lute pela Igualdade Cultural: ONU reconhece o Canibalismo e a Escravidão

O Painel Intergovernamental de Mudanças Culturais e Climáticas (ICCCP , em inglês) declarou seu apoio ao recente anúncio das Nações Unidas de que todas as culturas são igualmente válidas. Expandindo a resolução da ONU, o grupo declarou que os direitos das pessoas são culturalmente definidos e não devem ser baseados em qualquer idéia burguesa ou conceito universal. Eles afirmam que o termo “direitos humanos” já está fora de moda e possui uma conotação racista porque ele impõe um valor à vida humana que algumas culturas não aceitam. Eles recomendam que o termo “direitos multiculturais dos povos” seja utilizado.

“Queremos deixar claro com o anúncio que nossas práticas de tortura, aborto, assassinato de recém-nascidos, vingança, apedrejamento de pessoas até a morte por adultério e homossexualismo, repressão das mulheres e das minorias – que já possuem séculos de existência – foram reconhecidas como manifestações culturais e maneiras alternativas de fazer as coisas de forma diferente”, disse o porta-voz do ICCCP Moussa Stache. “Esta medida vai legitimar finalmente o ressurgimento das práticas tradicionais de alguns dos nossos membros como o canibalismo, a escravidão, decepamento de cabeças e sacrifícios humanos. Toda sociedade tem o direito a rituais humanos”.

Após a publicação da resolução os membros trocaram apertos de mão e presentes em torno da assembléia legislativa mundial. No entanto, foi assinalado que este princípio também poderia ser utilizado para validar a cultura Judaica. Os membros foram convocados às pressas e trabalharam um dia inteiro para contornar o problema. No dia seguinte o Painel declarou que o sionismo é uma conspiração criminosa e não uma cultura reconhecida pela ONU. Como tais, o Judaísmo e os Judeus devem ser reclassificados como sub-ONU.

Moussa Stache explicou: “Não há culturas inferiores, mas existem pessoas inferiores”.


The People’s Cube
Agência Internacional Popular de Notícias
Vanguarda Popular © – Expropriado, traduzido, adaptado e adulterado por Emmanuel Goldstein.

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