Intelectuais, artistas e estudantes progressistas condenam a incineração da maconha

Um grupo de supostos intelectuais, artistas e estudantes progressistas realizou uma manifestação contra a “proposta execrável” de incineração das 42 toneladas de maconha apreendidas em São Paulo.

Para o presidente da União Nacional dos Estudantes Progressistas (UNEP), a incineração do material apreendido, além de injusta e inadequada, é um ato de agressão contra a Mãe Natureza e não respeita a lógica progressista Ambiental.

“Queremos a correta destinação dos recursos vegetais para a implementação de políticas públicas que garantam o direito dos estudantes progressistas. Proponho iniciar um movimento revolucionário em prol da divisão igualitária da Marijuana”, disse o presidente da UNEP.

Destacados artistas e supostos intelectuais se reuniram com Ministro do Meio Ambiente e reivindicaram o direito universal dos povos à maconha, rejeitaram de forma absoluta a idéia “bizarra” da incineração e divulgaram uma nota de apoio à proposta dos estudantes.

“Os intelectuais e artistas progressistas de todo o mundo juntam suas vozes e clamam pela imediata libertação da maconha apreendida pela polícia. O fumo da canábis pode aguçar a percepção, leva a emoções profundas e é uma manifestação de cultura popular legítima”, diz a nota.

O ministro do Meio Ambiente afirmou que medidas especiais serão tomadas pelo governo federal para incluir o acesso a maconha gratuita e de qualidade no próximo Programa Nacional de Direitos Humanos.

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Tarso Genro e a maconha

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