Contra a exploração do proletário em nível universal

Artigo Revolucionário originalmente publicado no Jornal Opinião Popular, o jornal do POVO.

opiniaopopularTodos sabem que nacionalismo é uma praga reacionário-burguesa que infectou parte do movimento comunista. O “Partido Comunista do Brasil”, por exemplo, se autodenomina “do Brasil”, de forma entreguista.

O que poucos notam, entretanto, é que existe um “mundialismo” que impregna o movimento em ampla escala. Pessoas que dizem ser “cidadãs do mundo” crendo que isso faz parte do comunismo. Eu (nós) garanto (garantimos) que não. Ser “cidadão do mundo” é apenas uma forma de permitir que a burguesia dominante mantenha seu domínio por todo o restante do universo.

A ciência afirma claramente que a possibilidade de haver vida em outros planetas é grande. Lutar pelo “nosso” planeta é tão egoísta e mesquinho, portanto, quanto lutar pelo “nosso” país ou lutar pela “nossa” propriedade. É estreiteza de visão. É de alguma forma dizer que não nos importamos com o que ocorre em todo o universo, mas só com o “nosso” quintal.

Sugiro que, para provarmos que somos cidadãos deste universo e de todos os paralelos (e transversais), viajemos a Júpiter e lutemos pelo povo Jupteriano. Lá, fontes seguras do MST avisaram, os grileiros são ainda mais monopolistas que aqui, apesar de o território do planeta ser tão maior.

Lutemos pelo povo, camaradas, mas não pelo “nosso” povo. Lutemos pelo povo de toda a existência (e imaginação)!

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